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O Grande Sertão

ANTEPRÓLOGO

A paisagem do Sertão

Há uma frase de Charles Darwin, no chamado
Esboço de 1842, de The Origin of Species, que não passa de um caderno em que o grande naturalista inglês registrava suas dúvidas e esboçava o livro futuro, com o mesmo título e só publicado em 1859, que é simplesmente magistral: A Geologia destrói a Geografia. Nada mais certo para quem contempla o Grande Sertão. O sertão, visto dos altiplanos de Paracatu de Minas, onde na serra da Canastra nasce o rio São Francisco, e cava o grande rio, com seu caudal de águas, o longo vale que só se encurva para o mar diante dos confins de pedras dos últimos contrafortes da cordilheira da Borborema, explica bem a frase de Darwin, que nunca viu o Grande Sertão. E sobretudo quando o Grande Sertão se estende, ao norte, ao longo da cordilheira da Borborema, para findar-se nos sertões ínvios do Piauí, onde demora o vale fecundo do Gurgueia e seus afluentes, alimentado pelas chuvas súbitas do verão sertanejo, e que sobe suas águas – como um Nilo sertanejo – para fecundar com sua nata de húmus a terra seca do sertão. Abrem-se, no semiárido, as savanas herbáceas do pastoreio colonial, e onde antes corriam as tribos indígenas tapuia-kariri em nomadismo.

Autor: Dirceu Lindoso
Ano de Edição: 2011
232 páginas
Genero: Ciências Políticas
ISBN: 978-85-89216-37-1
Capa: Brochura
Formato: 17X23

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